Cardoso AdvocaciaDireito previdenciário

Auxílio-acidente

Ficou com sequela de um acidente e voltou a trabalhar? Descubra se o auxílio-acidente é seu

É uma indenização mensal para quem ficou com sequela que reduz a capacidade de trabalho, depois de acidente de qualquer natureza — dentro ou fora do serviço. Ele soma com o seu salário, e não exige que você pare de trabalhar.

Onde e para quem
Cardoso Advocacia, sociedade de advogados inscrita na OAB da Bahia desde 2011, com endereço em Salvador. A conversa com você acontece pelo WhatsApp, de qualquer lugar do Brasil.
O que entra aqui
O assunto aqui é só o auxílio-acidente: que sequela a lei alcança, por que ele soma com o salário e por que ele não é vitalício. Auxílio por incapacidade e aposentadoria têm regra própria e ficam de fora.
Como funciona
Você deixa nome e WhatsApp. A conversa começa por como foi o acidente, pelo que ficou de sequela e pela categoria em que você contribuía, e termina na regra que vale no seu caso.
Quem responde
O retorno chega no WhatsApp que você informar, e começa pelas datas e pelos documentos do seu caso.

Falar com a equipe

São dois campos: nome e WhatsApp. A resposta chega no mesmo número que você informar.

Com DDD

Ao enviar, você concorda com o tratamento dos seus dados conforme a política de privacidade.

Comece pela sua situação

Isto é para você se alguma destas linhas parece a sua vida

Mão de trabalhador com cicatriz apoiada na mesa, ao lado de um capacete de obra
  • Você sofreu acidente de trânsito no fim de semana e ficou com sequela.
  • Você caiu em casa, tratou, e o movimento nunca mais voltou ao que era.
  • Você recebeu auxílio por incapacidade, teve alta e voltou ao trabalho limitado.
  • Você perdeu audição, visão ou movimento e continua trabalhando do mesmo jeito, com muito mais esforço.
  • Alguém lhe disse que isso só vale para acidente de trabalho.
  • Você ouviu que o benefício é vitalício e quer saber o que é verdade.

Isto não é para você se você já está aposentado. A lei encerra o auxílio-acidente na véspera do início de qualquer aposentadoria, e não permite que você acumule os dois.

O escritório

Cinco advogados com inscrição na OAB, e um endereço em Salvador

Equipe da Cardoso Advocacia durante atendimentoSala de reunião do escritório da Cardoso Advocacia

O escritório está inscrito na OAB da Bahia desde 2011 e tem CNPJ. Dá para conferir os dois no site da OAB e na Receita Federal.

O atendimento previdenciário acontece pelo WhatsApp, de qualquer lugar do Brasil. A sede das fotos fica no Caminho das Árvores, em Salvador.

Advogados responsáveis, com o número de inscrição de cada um:

  • Rivalino Wagner Cardoso Junior, OAB/BA 30.865

    Rivalino Wagner Cardoso Junior

    OAB/BA 30.865

  • Murilo Elias Cardoso, OAB/BA 25.915

    Murilo Elias Cardoso

    OAB/BA 25.915

  • Lucas Gomes Lima Cardoso, OAB/BA 45.241

    Lucas Gomes Lima Cardoso

    OAB/BA 45.241

  • Vitor Campos Silveira, OAB/BA 51.736

    Vitor Campos Silveira

    OAB/BA 51.736

  • Lucas Anunciação, OAB/BA 72.626

    Lucas Anunciação

    OAB/BA 72.626

CARDOSO ADVOCACIA — Sociedade de Advogados

OAB/BA 2.056/2011 · CNPJ 15.176.644/0001-02

R. Alceu Amoroso Lima, 668, Ed. América Tower Business, sala 1105, Caminho das Árvores, Salvador/BA, 41820-770

O que a lei exige

Quase toda dúvida mora nos requisitos que ele não tem

Este é o benefício que mais gente deixa de pedir por causa do que acha que a lei exige. Veja o que ela exige de você de verdade.

  1. 01

    Acidente de qualquer natureza — não precisa ser no trabalho

    A lei fala em acidente de qualquer natureza. Queda em casa, acidente de trânsito no fim de semana e acidente no esporte estão dentro da hipótese legal. Essa confusão custa pedidos que nunca chegam a ser feitos.

    Fonte Lei 8.213/1991, art. 86, caput

  2. 02

    Sequela consolidada e capacidade reduzida, as duas ao mesmo tempo

    Precisam existir as duas coisas: o seu tratamento chegou ao ponto em que não se espera mais melhora significativa, e sobrou sequela que reduz a capacidade para o trabalho que você fazia.

    Fonte Lei 8.213/1991, art. 86, caput

  3. 03

    Redução, e não incapacidade total

    A lei fala em redução da capacidade. Continuar trabalhando não afasta o seu direito: ao contrário, é o cenário típico deste benefício, que corresponde a 50% do salário de benefício e convive com o que você recebe da empresa.

    Fonte Lei 8.213/1991, art. 86, §§ 1º e 3º

  4. 04

    O regulamento recorta as categorias, e o autônomo ficou de fora

    A lei diz "segurado", sem separar categoria. O regulamento separa: ele concede o auxílio-acidente ao empregado, inclusive o doméstico, ao trabalhador avulso e ao segurado especial. Contribuinte individual não aparece nessa lista, o que muda a expectativa de quem contribui como autônomo ou como microempreendedor individual.

    Fonte Decreto 3.048/1999, art. 104, caput

  5. 05

    Dano sem repercussão no seu trabalho não conta

    O regulamento é expresso: redução da capacidade funcional que não repercute na sua capacidade de trabalho não dá direito ao benefício, e mudança de função por readaptação preventiva feita pela empresa também não.

    Fonte Decreto 3.048/1999, art. 104, § 4º

O auxílio-acidente mensal corresponderá a cinqüenta por cento do salário-de-benefício e será devido, observado o disposto no § 5º, até a véspera do início de qualquer aposentadoria ou até a data do óbito do segurado.
Lei 8.213/1991, art. 86, § 1º — redação da Lei 9.528/1997

A palavra "vitalício" existe no artigo, e é de uma redação morta

Se você leu que o auxílio-acidente é mensal e vitalício, leu a redação de 1995 — substituída em 1997 e ainda impressa no texto consolidado, como acontece com toda redação revogada. A que vale hoje é a citada acima. Quem copia o artigo sem olhar a linha de "redação dada por" publica um benefício que não existe mais nesses termos.

Pedido negado

O INSS negou. O motivo costuma ser um destes

A perícia avalia se a sequela existe e se ela reduz a sua capacidade para o trabalho que você fazia. A negativa costuma dizer que não há sequela consolidada, que a sequela não reduz nada, ou que a sua categoria de contribuição não permite o benefício.

O terceiro motivo é o que mais surpreende: o regulamento não inclui o contribuinte individual entre quem recebe. Vale conferir em que categoria você contribuía na data do acidente antes de qualquer coisa.

A lei prevê recurso na via administrativa e ação judicial. Ninguém aqui vai prever como o seu caso termina — o que a equipe faz é ler a perícia e a negativa com você.

  1. Guardar a carta do INSS e a conclusão da sua perícia.
  2. Reunir boletim de ocorrência, prontuário, exame de imagem e o laudo do seu médico.
  3. Conferir em que categoria você contribuía na data do acidente.
  4. Apresentar recurso na via administrativa, ou levar o seu caso ao Judiciário.

Perguntas frequentes

Antes de mandar o seu contato

Acidente fora do trabalho dá direito?
Dá. A lei fala em acidente de qualquer natureza e não exige que ele tenha ligação com a sua atividade.
Posso receber e continuar trabalhando?
Pode. O recebimento de salário ou a concessão de outro benefício, exceto de aposentadoria, não prejudica a continuidade do seu auxílio-acidente.
O auxílio-acidente é vitalício?
Não. A redação em vigor o fixa até a véspera do início de qualquer aposentadoria ou até a data do óbito. A palavra "vitalício" está numa redação de 1995, substituída em 1997, e é dela que vem o mito.
Quando ele começa?
No dia seguinte ao fim do seu auxílio por incapacidade temporária, independentemente de qualquer remuneração ou rendimento que você passe a receber.
O que a equipe vai me pedir?
A data e o que aconteceu no acidente, os seus laudos e exames, a carta do INSS se já houve pedido e em que categoria você contribuía naquela época.

Falar com a equipe

Conte como foi o acidente e descubra o que a lei prevê no seu caso

Deixe nome e WhatsApp. A resposta chega no mesmo número que você informar, e a conversa segue por lá.

  1. Passo 1

    Você preenche dois campos

    Nome e WhatsApp. Leva menos de um minuto, e o assunto já vai marcado como auxílio-acidente.

  2. Passo 2

    Chega uma mensagem no seu WhatsApp

    No mesmo número que você informou, para a conversa seguir por lá.

  3. Passo 3

    A conversa começa pelo acidente, pela sequela e pela sua categoria

    Quando foi, o que ficou, o que os seus exames mostram e como você contribuía naquela data. É aí que aparece o que falta.

  4. Passo 4

    Você decide o que fazer

    Com a regra explicada e os documentos separados, seguir com o pedido, com o recurso ou com a ação é decisão sua.

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Outro jeito de falar

Prefere não preencher formulário?

Você pode escrever para o e-mail do escritório, ou ir até o endereço em Salvador — os dois estão aqui embaixo. Não há número de telefone publicado aqui: o seu contato com a equipe começa pelo WhatsApp que você informar.

contato@cardosoadvocacia.com.br

R. Alceu Amoroso Lima, 668, Ed. América Tower Business, sala 1105, Caminho das Árvores, Salvador/BA, 41820-770

Fonte Lei 8.213/1991 (abre o texto oficial em nova aba), art. 86, caput e §§ 1º a 3º — conferido em ; Decreto 3.048/1999 (abre o texto oficial em nova aba), art. 104, caput e §§ 1º a 4º — conferido em