Auxílio-acidente: você pode trabalhar e receber, e como o valor é calculado
Se você ficou com sequela depois de um acidente e está em dúvida se pode continuar trabalhando enquanto recebe o auxílio-acidente, a resposta costuma estar no tipo de benefício: ele funciona como uma indenização. Também é comum surgir a pergunta sobre como o INSS chega no valor mensal. Abaixo, você entende quando ele é pago junto com o salário, como o cálculo funciona e quando o pagamento para.
Quando você pode trabalhar recebendo o auxílio-acidente
Depois de um acidente, é comum você querer voltar à rotina e ao trabalho, mas ficar com dúvidas sobre o benefício e sobre o que pode ou não pode fazer.
O auxílio-acidente é uma indenização paga depois que as lesões se consolidam e deixam sequelas que reduzem a sua capacidade para o seu trabalho habitual. Ele não exige incapacidade total.
Por ser indenização, o auxílio-acidente pode ser recebido junto com o salário. Isso ajuda a explicar por que muita gente continua trabalhando e, mesmo assim, recebe o benefício.
Como o INSS calcula o valor do auxílio-acidente
O valor do auxílio-acidente corresponde a 50% do salário-de-benefício.
Na prática, isso significa que o INSS pega o salário-de-benefício usado no seu caso e aplica o percentual de 50% para chegar ao valor mensal do auxílio-acidente.
Até quando o auxílio-acidente é pago
O auxílio-acidente é devido até a véspera do início de qualquer aposentadoria ou até o óbito do segurado. Ele não é vitalício.
Muita gente acredita que ele dura para sempre por causa de uma redação antiga que usava a expressão “mensal e vitalício”, mas essa regra foi substituída e isso alimentou o mito.
Fontes conferidas
- Lei 8.213/1991 (abre o texto oficial em nova aba), art. 86 — conferido em
- Lei 8.213/1991 (abre o texto oficial em nova aba), art. 86 § 1 — conferido em
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