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Auxílio-acidente: você pode trabalhar e receber, e como o valor é calculado

Se você ficou com sequela depois de um acidente e está em dúvida se pode continuar trabalhando enquanto recebe o auxílio-acidente, a resposta costuma estar no tipo de benefício: ele funciona como uma indenização. Também é comum surgir a pergunta sobre como o INSS chega no valor mensal. Abaixo, você entende quando ele é pago junto com o salário, como o cálculo funciona e quando o pagamento para.

Por Vitor Campos Silveira — OAB/BA 51.736Atualizado em

Quando você pode trabalhar recebendo o auxílio-acidente

Depois de um acidente, é comum você querer voltar à rotina e ao trabalho, mas ficar com dúvidas sobre o benefício e sobre o que pode ou não pode fazer.

O auxílio-acidente é uma indenização paga depois que as lesões se consolidam e deixam sequelas que reduzem a sua capacidade para o seu trabalho habitual. Ele não exige incapacidade total.

Por ser indenização, o auxílio-acidente pode ser recebido junto com o salário. Isso ajuda a explicar por que muita gente continua trabalhando e, mesmo assim, recebe o benefício.

Diagrama de quando cabe o auxílio-acidente e que ele vale 50% do salário-de-benefício
Exemplo de situação em que a sequela permanece, mesmo após o retorno ao trabalho.

Como o INSS calcula o valor do auxílio-acidente

O valor do auxílio-acidente corresponde a 50% do salário-de-benefício.

Na prática, isso significa que o INSS pega o salário-de-benefício usado no seu caso e aplica o percentual de 50% para chegar ao valor mensal do auxílio-acidente.

Lista ilustrada do que separar antes de pedir
Organização de documentos que costumam ser usados para demonstrar a sequela e sua relação com o acidente.

Até quando o auxílio-acidente é pago

O auxílio-acidente é devido até a véspera do início de qualquer aposentadoria ou até o óbito do segurado. Ele não é vitalício.

Muita gente acredita que ele dura para sempre por causa de uma redação antiga que usava a expressão “mensal e vitalício”, mas essa regra foi substituída e isso alimentou o mito.

Fontes conferidas

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Com DDD

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